Guias de correção monetária
O material de referência do site: o que é correção monetária, qual índice usar, o que mudou com a Lei 14.905/2024, IGP-M contra IPCA no aluguel, juros simples e compostos e como montar uma memória de cálculo que resiste a impugnação.
O que é correção monetária (e o que ela não é)
A diferença entre corrigir, remunerar e punir: correção monetária, juros e multa explicados com exemplos numéricos.
Atualizado em 24/08/2026Qual índice usar em cada situação
Um mapa prático: aluguel, dívida civil, obra, pensão, tributo, trabalhista e aplicação financeira, com o índice usual de cada um.
Atualizado em 24/08/2026Lei 14.905/2024: a nova regra de correção e juros
O que mudou no Código Civil: IPCA como índice legal, taxa legal igual a Selic menos IPCA e o piso zero.
Atualizado em 24/08/2026IGP-M ou IPCA no aluguel: como decidir
Por que o IGP-M perdeu espaço depois de 2021, o que considerar na negociação e como funcionam as cláusulas híbridas.
Atualizado em 24/08/2026Juros simples e compostos na correção de dívidas
Como calcular cada tipo, quando a capitalização é permitida e por que a diferença explode no longo prazo.
Atualizado em 24/08/2026Como montar uma memória de cálculo que ninguém derruba
O passo a passo do demonstrativo de débito atualizado: campos obrigatórios, ordem de aplicação e os erros que geram impugnação.
Atualizado em 24/08/2026Por onde começar
Se você nunca fez uma correção monetária, comece por o que é correção monetária: ele separa três coisas que costumam ser confundidas — correção, juros e multa — e mostra por que acumulado é produto de fatores, e não soma de percentuais. É o alicerce de todos os outros textos.
Se a sua dúvida é qual índice usar, vá direto ao mapa por situação: aluguel, obra, pensão, dívida civil, tributo, precatório e aplicação financeira, cada um com o índice usual e a observação que evita o erro mais comum daquele caso.
Se você trabalha com cobrança ou processo, os guias de juros e de memória de cálculo são os mais aplicáveis: eles tratam da ordem de aplicação dos encargos, dos limites de taxa e do formato de demonstrativo que resiste a impugnação.
E se o seu contrato é de locação, comece por IGP-M ou IPCA no aluguel, que reúne o histórico dos dois índices, os argumentos usados em renegociação e modelos de cláusula prontos.
O que estes guias não são
Eles não substituem a leitura do seu contrato, a decisão do seu processo nem a orientação de um advogado ou contador. O objetivo é outro: dar o vocabulário e o método para que você entenda a conta, confira o que recebeu e faça perguntas melhores a quem estiver conduzindo o caso.
Todos os números citados vêm das séries oficiais do Banco Central, do IBGE e da FGV, com a fonte indicada em cada página. Quando um guia menciona norma ou entendimento de tribunal, a referência aparece no texto para que você possa conferir na fonte primária. Encontrou algo desatualizado? Avise — corrigimos e registramos a data.
Guias e blog: qual usar quando
Os guias tratam do que muda pouco: conceitos, fórmulas, ordem de aplicação dos encargos, critérios de escolha de índice. São textos de referência, revisados quando a legislação muda, feitos para serem consultados de novo daqui a um ano.
O blog trata do que muda mais rápido: um índice que disparou, uma regra nova, uma situação concreta com números do momento. Ele aprofunda casos específicos — reajuste de aluguel no ano corrente, cálculo de dívida judicial passo a passo, correção de crédito trabalhista depois da decisão do STF — e cita os guias quando o conceito de base precisa ser retomado.
Na prática, a rota mais eficiente costuma ser: guia para entender o conceito, página de finalidade para aplicar ao seu caso, calculadora para produzir o número e artigo do blog para os detalhes da situação específica.
Como estes textos são feitos
Cada guia é escrito a partir das próprias séries que alimentam o site, com os números conferidos na fonte no momento da publicação, e revisado quando há mudança normativa relevante — como foi o caso da Lei 14.905/2024, que alterou a regra de correção e juros das dívidas civis a partir de 30 de agosto de 2024.
Nenhum texto aqui é aconselhamento jurídico ou contábil, e nenhum substitui a leitura do contrato ou da decisão que rege o seu caso. O que oferecemos é método: como a conta é feita, o que costuma dar errado e quais informações registrar para que o resultado possa ser conferido por qualquer pessoa.
Sempre que um guia apresenta um exemplo numérico, ele usa dados reais das séries oficiais, e não números inventados para ilustrar. Isso torna os textos verificáveis: qualquer leitor pode refazer o cálculo na calculadora e chegar ao mesmo resultado — que é, no fim, o teste mais honesto de qualquer material sobre correção monetária.